quarta-feira, 13 de julho de 2011

Um dia...

Largo esta m**** toda e vou abrir o meu restaurante numa praia paradisiaca qualquer...
Infelizmente, hoje NÃO é o dia...

Dealbreakers!

Não sei se as pessoas que me lêem são familiares com a série 30 Rock mas, para mim, é das melhores séries de comédia alguma vez feitas. A personagem principal, Liz Lemon, é o epíteto da mulher moderna, apesar de algo exagerada. Todas as incertezas, medos, lutas internas e até o simples facto de que por vezes não nos apetece vestir outra coisa que não o pijama e beber uma garrafa de vinho sozinhas. Tudo é caracterizado por esta mulher.
Posto isto, um dos meus episódios favoritos, é onde a expressão "Dealbreaker" surge. Esta expressão define todas aquelas coisinhas que os homens fazem e que podem simplesmente quebrar todo o encanto inicial. 
Recentemente, resolvi começar a fazer a minha lista de "Dealbreakers" com situações que, acreditem ou não, já me aconteceram. 
Vou pondo aqui à medida que me for lembrando, mas podemos começar com algumas... 

1- Chegas ao primeiro "date" e ele tem uma pochette... DEALBREAKER
2- No mesmo date, ele usa uma t-shirt de rede preta por baixo da camisa preta de manga curta... Duplo DEALBREAKER
3- Sais não sei quantas vezes com o mesmo rapaz, há clima e de repente ele sai-se com "és a melhor amiga que já tive" - DEALBREAKER (este já me aconteceu para aí 400 vezes)
4- Estás num date, está a ser super interessante, e ele sai-se com "sem duvida, a minha ex mulher era a mulher da minha vida" - DEALBREAKER

Bom, hoje fico por aqui, mas há muitos mais! E possíveis leitoras, queiram por favor contribuir!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

He's just not that into you

Porque é que é tão difícil entender? 
Vou voltar a ver o filme, preciso de voltar a convencer-me disto!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ai Portugal Portugal

Tenho para mim que grande parte dos graves problemas do nosso país passam pela francamente vergonhosa oposição que temos tido basicamente desde o 25 de Abril, o que engloba todos os partidos.
A propósito da formação do novo governo, ao qual dou um grande benificio da dúvida e que me parece incluir pessoas com provas dadas na sua área de actuação, apenas ouvi a oposição a reclamar da falta de "experiência política" dos novos ministros. Sim, porque é isso que se quer!
Acho mesmo piada a este argumento. Uma pessoa até teve a coragem de me dizer que o Nuno Crato defende a educação das elites e que vai tornar tudo mais difícil. Ainda bem, os exames não são para ser fáceis, mas não é a educação de elites que ele defende. É a educação de excelência. E isso é muito importante, porque grande parte dos nossos desempregados são jovens que tiraram cursos da treta, com notas da treta, e não têm onde trabalhar porque não existem vagas suficientes para todos.
Sinceramente, acho melhor a oposição começar a preparar-se para colaborar de verdade com o governo, pois só assim poderemos seguir em frente. Larguem essa da experiência política, porque sinceramente é uma estupidez. Por exemplo, o Fidel Castro tem muita experiência política, mas quem queriam para ministro da Economia, ele ou o Warren Buffet? Parece-me óbvio.
E o Louçã? Porque é que ele ainda é o Supra Sumo do BE? Aliás, porque é que ainda existe o BE? O Louçã é uma pessoa que escreve artigos sobre economia até interessantes e depois vem dizer o contrário às massas. Acho lindo que defenda que todos deveriamos ser iguais, mas depois vive num palacete na Lapa. E agora é que viu que deveria ter ido às reuniões com a Troika? Depois de perder 8 deputados... Assim também eu obrigada.
E o PS tem de se decidir em breve entre o idiota numero 1: Assis, ou o número 2: Seguro. Até choro quando os ouço na TV, especialmente ao Assis, que o contributo mais interessante que deu foi quando levou de populares em Felgueiras.

Deixem mas é o novo governo fazer o seu trabalho e colaborem, porque é para isso que são pagos pelos portugueses!

Apenas mais uma nota. Apesar de não ter votado nestas eleições, por motivos que só a mim interessam, sempre votei mais "rosinha", portanto estou completamente à vontade para criticar a vergonha em que se tornou esse partido.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Há vezes em que achamos que já esquecemos uma pessoa, depois vemos que não, e depois pensamos porque é que não e vemos que é porque ela nunca nos deixou ir realmente. 
Percebi isso no fim de semana passado, e o pior é que ainda não me saiu da cabeça. E depois, de repente alguém me convida para sair e tudo o que consigo pensar é em dizer "olha desculpa, mas gosto de uma pessoa e não estou preparada para esquecer totalmente". E depois fico irritada comigo mesma, porque deveria realmente move on. 
O problema é quando se finge durante muito tempo que não importa, quase que nos convencemos disso, e depois afinal não é assim, afinal importa e afinal só queremos passar todo o tempo com essa pessoa, estar com ela, falar com ela. 
É uma merda, realmente. E, para agravar tudo, não se pode simplesmente dizer "não quero falar mais contigo" porque sabemos que a falta que essa pessoa faria na nossa vida era pior que simplesmente fingir que não se sente nada. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Triste

Hoje estou triste, muito triste. Não que não esperasse a desilusão, mas ainda assim custa.
Precisava das R's aqui hoje. Mesmo.

Só espero conseguir daqui rapidamente.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amsterdam...


Pela 3ª vez, e 2ª no espaço de 6 meses, vou para Amsterdão no próximo sábado. Adoro a cidade, os canais, as casas estreitas, as bicicletas, as tulipas e até os coffeeshops e o red light. No entanto, desta vez, a viagem tem um sabor agridoce. 
É uma viagem de despedida, supostamente de solteira, mas também despedida porque a nossa amiga volta definitivamente para o Brasil na segunda-feira. A R. aturou muita coisa minha aqui em Madrid. Nos dois anos que vivo aqui, ela fez parte de tudo ou quase tudo. Todas as manhãs, no meu carro a caminho do trabalho, viviamos de tudo. Choradeiras e mau feitio, alegrias, risadas, histórias de fins de semana loucos, o noivado dela, a felicidade porque por fim está onde deve estar, com o H. 
Sem dúvida é a pessoa que mais coisas viveu comigo aqui. Quando outros me desiludiram ou trataram mal, ela deu-me o abraço que precisava. Quando sofri por semi desgostos amorosos, ou porque não me sentia bem comigo mesma, ela deu-me a mão. Quando quis festejar ou esquecer problemas, foi ela quem me levou a sair. Foi ela que me obrigou a sair de casa quando não queria nem sair da cama (especialmente de manhã).
Não vai ser fácil deixá-la no aeroporto na segunda, mas ao mesmo tempo fico com a M. aqui em Madrid e com uma sensação de felicidade alheia, porque se a história dela deu certo então todas podem dar, toda a gente pode encontrar a felicidade, mesmo depois de muito tempo de encontros e desencontros. 
Em Fevereiro de 2012 estaremos em São Paulo na festa que promete ser de arromba, para dar mais uma vez aquele abraço e partihar toda a felicidade dela. 
Até lá, vamos curtir funk em Amsterdam e continuar a ser felizes.